Capítulo: “O bem, o bom, o belo e o justo. (Intuições orando com mãe Maria).”

Capítulo: “O bem, o bom, o belo e o justo. (Intuições orando com mãe Maria).”
Trecho do livro: “Deus na Equação!” de autoria de HAntonio
(Blog do HAntonio)

“O bem vem de Deus e
é gerado pelo amor de Deus”
*

O bem, o bom, o belo e o justo. (Intuições orando com mãe Maria.)

No nível mundano, o bem é que aproxima e une, o belo é o que eleva e inspira, o bom é o que nos conduz ao bem e o justo é o que resulta da aplicação e aceitação das leis do bem. Isso Sócrates e Platão nos lembraram, cerca de 400 anos antes da vinda de Jesus.

Mas, inspirados pelos ensinamentos do mestre Nazareno e por intuições Marianas, podemos dizer que, no nível do espírito,  o bem é o que nos aproxima de Deus e, em sua expressão mais sublime, o bem é o que nos une a Deus; o belo é o que eleva o espírito, ou seja, o belo nos inspira à ascensão espiritual; o bom é o que nos conduz à aproximação com Deus e, consequentemente, nos conduz ao bem; e o justo, como expressão maior da justiça, é o que resulta da aplicação do bem e da aceitação das leis de Deus em nossas vidas.

O bem!
O bem é o que nos aproxima de Deus.

Em essência, o bem é o que nos aproxima de Deus; o que nos une a Deus.

Então, no nível humano, podemos pensar o bem como aquilo que aproxima, o que une, mas a expressão de perfeição máxima da definição do “bem” é: o bem supremo é o que nos aproxima a Deus e o que une nossa vontade à vontade de Deus.

Esta é a lei do bem: nos aproximarmos de Deus e unirmos nossa vontade à vontade de Deus.

Portanto, podemos entender o “bem” como sendo “o que nos aproxima de Deus” e como sendo aquilo que “unifica nossa vontade à vontade de Deus”.

O bom!
O bom é o que produz o bem.

O que é bom?
Em termos práticos, podemos pensar que o “bom” é tudo aquilo que produz o bem.
Simples assim: tudo que produz o bem é bom. Não há segredos nem complexidades nisso. Quer fazer algo bom?
Promova o bem, ame o bem, tenha o bem como referência, e então, coisas boas florescerão em sua vida.

Portanto, em essência, podemos entender o “bom” como sendo aquilo que fomenta o bem.

O belo!
O belo é a expressão do bem.

A função do belo é elevar o espírito.
Somente haverá beleza se houver elevação espiritual.
Seja pelas artes, pela música, pelas ações, pela caridade ou pelos valores.

Portanto, o “belo” sempre expressará o bem, e a beleza sempre estará relacionado ao espírito e como o espírito sente e vê. Se houver elevação do espírito, haverá algum grau de beleza envolvido, seja nas artes, na música ou onde ocorrer.

O belo é uma expressão do bem, portanto, muito do que está relacionado à beleza em nosso mundo, de fato não revela a verdade do seu conteúdo.

De fato, a beleza não está no objeto observado, mas no olhar de quem observa. E isso não se refere à forma da matéria ou do conteúdo, mas sim, à essência percebida por quem observa.

O Justo!
O justo é o que resulta do exercício do bem.
Em essência, a justiça é a aplicação da lei do bem.

A justiça de Deus é fundamentada na sabedoria e no amor e está muito além do que podemos conceber. Deus é sempre justo. Podemos dizer que, sob o prisma da justiça divina, não há punições, o que há é a adequação dos responsáveis pelas ações no nível correspondente ao que que suas ações, atitudes e intenções proporcionaram.

Em termos gerais, podemos dizer que a justiça é a aplicação da lei do bem e que o justo é aquilo que resulta do exercício da lei do bem, enquanto a aplicação da justiça divina é um reflexo de ajuste e ordenação divina em relação aos responsáveis pelas ações, atitudes e intenções, de maneira divina e amorosa.

Sintetizando, inspirados pelos ensinamentos do mestre Nazareno e por intuições Marianas, podemos dizer que, no nível do espírito, o bem é o que nos aproxima de Deus e, em sua expressão mais sublime, o bem é o que nos une a Deus; o belo é o que eleva o espírito, o belo nos inspira à ascensão espiritual; o bom é o que nos conduz à aproximação com Deus e, consequentemente, nos conduz ao bem; e a justiça é o que resulta da aplicação do bem e da aceitação das leis de Deus em nossas vidas, como expressão maior da justiça, enquanto o justo é aquele que tem retidão de caráter e sempre contribui para que o plano de Deus prevaleça.

Observações do autor:
Penso que aqui está a essência do que precisamos saber sobre o BEM, o bom, o belo e o justo, conforme inspirações vindas de Maria Santíssima. Após orar e meditar  junto à  Imaculada  Mãe Maria,  após um dia de jejum, após acordar ainda na madrugada,  essas foram inspirações que vieram à minha mente.
Meu sentimento foi o de que Jesus Cristo, muito antes de vir ao mundo físico, inspirou os filósofos que  trouxeram o tema do BEM, do bom, do belo e do justo à tona na época deles.
O tema emergiu após eu pedir a Deus um presente para eu usar até o final de meus dias aqui no plano físico: de saber distinguir o que era Dele e o que não era; de saber o que é do evangelho e o que não é. 
Em todas as manifestações, no dia a dia, nas ações das pessoas, etc.

* Mensagem de São Miguel Arcanjo a Luz De Maria De Bonilla em março de 2021: “O bem vem de Deus e é gerado pelo amor de Deus”.

Capítulo: “O bem, o bom, o belo e o justo. (Intuições orando com mãe Maria).”
Trecho do livro: “Deus na Equação!” de autoria de HAntonio
Publicado no Blog do HAntonio (hantonio.com)

Para sugestões ou comentários sobre os textos aqui publicados, favor enviar mensagem através do contato deste site ou clicando AQUI.